Fragatas "União" e "Tamandaré", submarino "Humaitá" e navio de socorro submarino "Guillobel" participam de atividades táticas com a Marinha argentina até 31 de agosto
Realizada há 39 anos, a Operação FRATERNO integra o calendário tradicional de exercícios entre as Marinhas do Brasil e da Argentina. Ao longo de suas sucessivas edições, a comissão proporciona a troca de conhecimentos e experiências profissionais e permite que meios dos dois países operem de forma coordenada em diferentes cenários no ambiente marítimo.
Meios navais empregados
Pela Marinha do Brasil, participam da operação as fragatas "União" (F45) e "Tamandaré" (F200), o Navio de Socorro Submarino "Guillobel" (K120), o submarino "Humaitá" (S41) e duas aeronaves AH-11B Super Lynx.
O submarino "Humaitá" e o navio "Guillobel" seguem para Mar del Plata, enquanto as fragatas "União" e "Tamandaré" têm como primeiro destino Puerto Belgrano. A partir de 17 de agosto, com a saída das fragatas de Puerto Belgrano em direção a Mar del Plata, tem início a etapa de exercícios combinados no mar.
Atividades da fase combinada
Durante essa fase, os meios navais brasileiros e argentinos são empregados em uma sequência de atividades que inclui exercícios de guerra antissubmarino, defesa aérea e de superfície, manobras táticas, operações com aeronaves, comunicações, controle de área marítima, operações de interdição marítima e procedimentos de transferência entre navios.
No dia 21 de agosto, as fragatas "União" e "Tamandaré" têm chegada prevista a Mar del Plata, onde ocorrerão a conferência final da fase combinada e a cerimônia de encerramento da operação entre as duas Marinhas.
Regresso ao Brasil e ação de presença
Os meios brasileiros iniciam o regresso ao país a partir de 24 de agosto. Durante o retorno, a comissão passa por uma nova etapa com a incorporação do Navio-Aeródromo Multipropósito "Atlântico" (A140), prevista para o dia 26.
A partir dessa incorporação, os meios da Marinha do Brasil realizam ação de presença na região da Elevação do Rio Grande, área marítima de interesse estratégico para o país. A atividade integra a fase final da comissão, antes do retorno dos meios às suas respectivas bases.

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