8ª Brigada de Infantaria Motorizada realiza Tiro das Armas Coletivas e capacita Turmas de Reconhecimento no RS
Tiro das Armas Coletivas em Butiá
O Tiro das Armas Coletivas aconteceu em setembro, no Campo de Instrução de Butiá, no interior do Rio Grande do Sul, e se estendeu por três jornadas. A atividade fez parte do adestramento da Força de Prontidão (FORSUL) da 8ª Bda Inf Mtz.
O exercício foi dividido em duas fases. Na primeira, as frações participantes passaram pelo nivelamento doutrinário, etapa de preparação e padronização de procedimentos. Em seguida, ao longo de dois dias, foram executados os tiros, o que permitiu o emprego coordenado de diferentes sistemas de armas e munições.
A FORSUL treinou com a Metralhadora MAG, a Metralhadora .50, o Morteiro Leve 60 mm, o Morteiro Médio 81 mm, a granada de mão, a granada de bocal, o Fuzil Automático Pesado (FAP) e o Obuseiro 105 mm. O material não informa os modelos específicos de cada sistema, nem a quantidade de militares e de unidades envolvidas.
Segundo a brigada, o exercício foi mais um objetivo de adestramento cumprido em 2026. A atividade contribui para a capacidade de pronta resposta e permite ao Comando Militar do Sul manter suas tropas em condições de emprego, conforme as necessidades operacionais.
Capacitação das Turmas de Reconhecimento
A segunda atividade teve como foco as frações de reconhecimento da brigada. Conduzida pelo 9º BI Mtz, a capacitação concentrou-se nas táticas, técnicas e procedimentos (TTP) da tropa como elemento de coleta de informações, incluindo missões de Reconhecimento e Vigilância de Inteligência.
O objetivo declarado foi aprimorar a capacidade operacional e a integração entre teoria e prática, para preparar os militares a atuar em cenários complexos e dinâmicos.
A instrução durou três dias, entre o fim de setembro e o início de outubro. O primeiro dia foi de preparação teórica, com fundamentos e metodologias de inteligência. Depois vieram as práticas individuais, nas quais cada militar aplicou o que aprendeu em situações simuladas.
A etapa final foi um exercício no terreno, que avaliou a capacidade da fração como um todo. O local da capacitação não foi informado.
Papel das Turmas de Reconhecimento
De acordo com o material, as Turmas de Reconhecimento têm papel essencial no apoio às operações. Cabem a elas tarefas de vigilância, reconhecimento, segurança e avaliação de danos, com a entrega ao comando do batalhão de informações usadas no planejamento e na tomada de decisões.
Por atuarem como os “olhos e ouvidos” da tropa, a preparação técnica dessas frações é considerada determinante para o êxito das operações.
O Exército afirma que as atividades reafirmaram o compromisso da Força com a formação continuada e o aprimoramento técnico de suas frações, em busca de um elevado nível de prontidão e de capacidade operacional.
Fonte: CECOMSEx, com adaptação textual de DefesaTvNews.










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