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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Comandante de Operações Terrestres inspeciona apronto da Força-Tarefa Afonsos na Brigada Pára-quedista

General Kleber Nunes de Vasconcellos avaliou tropa configurada para selva e defesa externa, com autonomia de 72 horas sem ressuprimento

A Brigada de Infantaria Pára-quedista (Bda Inf Pqdt) recebeu, em junho, a visita do comandante do Comando de Operações Terrestres (COTER), general de exército, Kleber Nunes de Vasconcellos, para inspecionar o apronto operacional da Força-Tarefa Afonsos (FT Afonsos), no Campo de Parada Pioneiros Paraquedistas, no Rio de Janeiro. 

O general esteve acompanhado de uma comitiva de oficiais-generais do Comando Militar do Leste (CML) e do Exército Brasileiro (EB), e a inspeção teve como objetivo verificar a prontidão da tropa, configurada para emprego em ambiente de selva e organizada para hipóteses de defesa externa.

Comitiva reúne generais de diferentes áreas do Exército

Além do Comandante de Operações Terrestres, participaram da visita o: general de exército, Pedro Celso Coelho Montenegro, Comandante Militar do Leste; o general de divisão, Wiliams José Soares, gerente do Programa Estratégico do Exército Sisomt (Sistema Operacional Militar Terrestre); o general de brigada, Eduardo da Veiga Cabral, chefe do Centro de Coordenação de Operações do Comando Militar do Leste; o general de brigada, Lucio Alves de Souza, chefe do Preparo da Força Terrestre; e o general de brigada, Abelardo Prisco de Souza Neto, chefe do Emprego da Força Terrestre.

A presença conjunta de representantes ligados ao preparo, ao emprego e à coordenação operacional da Força Terrestre indica o caráter abrangente da inspeção, que passou por diferentes níveis de comando responsáveis pela condução e pelo apoio às operações do EB.

FT Afonsos é avaliada em condição de prontidão

No Campo de Parada Pioneiros Paraquedistas, a comitiva verificou o apronto operacional da Força-Tarefa Afonsos, estruturada a partir do 25º Batalhão de Infantaria Pára-quedista (25 Btl Inf Pqdt). 

Durante a inspeção, a tropa estava configurada para emprego em ambiente operacional de selva, organizada para hipóteses de defesa externa, com capacidade de permanecer em operações por até 72 horas sem necessidade de ressuprimento.

Essa configuração reflete a vocação da Brigada Paraquedista, para o emprego rápido em cenários que exigem mobilidade aérea e autonomia logística, características centrais da doutrina de tropas aeroterrestres do EB.








Com informações e fotos: Brigada de Infantaria Pará-quedista

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