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sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Comando do Material de Fuzileiros Navais assina acordo de revitalização de obuseiros 105 mm AR L118 Light Gun

Arsenal de Guerra de São Paulo ficará responsável pela modernização de quatro peças de artilharia 105 mm usadas pelo Corpo de Fuzileiros Navais

A Diretoria de Fabricação (DF) e o Comando do Material de Fuzileiros Navais (CMatFN), assinaram no dia 31 de agosto, um Termo de Execução Descentralizado (TED) para a revitalização de, quatro obuseiros 105 mm AR L118 Light Gun, do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN). 

Os trabalhos, serão conduzidos pelo Arsenal de Guerra de São Paulo (AGSP), unidade do Sistema de Fabricação (Sis Fab) que já realiza serviços semelhantes para o Exército Brasileiro (EB).

O acordo, formaliza a transferência de recursos e responsabilidades para que o AGSP, execute a revitalização das quatro peças de artilharia, um processo que envolve a recuperação estrutural e funcional dos obuseiros para estender sua vida útil operacional. 

A escolha do AGSP, se apoia na experiência já consolidada da unidade na manutenção desse mesmo modelo de peça para o EB, o que reduz riscos técnicos e prazos de adaptação ao novo contrato.

O L118 Light Gun, é um obuseiro rebocável de calibre 105 mm, historicamente empregado por diversas forças armadas ao redor do mundo por sua leveza e mobilidade, características que favorecem o emprego em operações de fuzileiros navais, onde o transporte aéreo e o desembarque rápido de material são fatores relevantes.

Sinergia entre as Forças Armadas

Para o CMatFN, a assinatura do TED reforça a lógica de cooperação interforças dentro do Sis Fab, sistema que integra diferentes unidades industriais das Forças Armadas brasileiras. 

Ao recorrer a uma, estrutura já qualificada do Exército para atender a uma demanda da Marinha, o acordo exemplifica o aproveitamento de capacidades instaladas em vez da duplicação de investimentos, um dos objetivos declarados da integração entre as três Forças.

A revitalização das quatro peças, deve contribuir diretamente para a manutenção da capacidade de apoio de fogo do CFN, componente relevante em operações anfíbias e de desembarque conduzidas pela tropa. 



Com informações e fotos da Diretoria de Fabricação (DF).

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